Parece que estamos numa feira
Hoje tive a reunião mais alucinante que alguma vez tive. Há determinados empresários que lidam com os seus negócios como uma feira, e por isso pensam que as outras empresas também são assim.
O início desta histório remonta a meados de 2006, vou começar do início para terem a percepção de tudo o que se passou.
Se quiserem podem passar a para aqui que é onde as coisas ficam interessantes, podem sempre voltar atrás quando quiserem.
Maio de 2006 - Um funcionário aqui da empresa contacta uma empresa para uma possível elaboração de um site. A chamada é encaminhada para o acessor da empresa (AE1), o AE1 fica interessado não só para esta empresa, mas também para outras das quais também é acessor. Agendou-se uma reunião comigo e com o AE1 para discussão dos projectos. O AE1 era um fala barato e segundo ele, tinha dezenas de empresas interessadas, mas acabou por pedir apenas 1 orçamento.
Tendo em conta o estilo de negócio do cliente final, elaborou-se uma proposta. A proposta incluía diversas funcionalidades para o site, incluindo backoffice para gestão total do conteúdo, etc etc.
Junho de 2006 - A proposta foi apresentada, no entanto, segundo a verba disponibilizada pelo cliente para o desenvolvimento do site, a proposta era muito alta. Tudo bem, sugeriu-se então a remoção de alguns items da proposta para o preço se encaixar na verba. Como os orçamentos feitos aqui são extremamente descritivos e incluem o preço para cada item, muito facilmente se retirou alguns items para redução do preço.
Durante a reunião efectuada, o cliente decidiu prescindir da possibilidade de actualização dos conteúdos, ou seja tudo o que era item para actualização , foi posto de parte. Com isto, facilmente se chegou a um valor que se enquadrava no preço pretendido pelo cliente. Obviamente que o impacto da remoção destes items foi sublinhada por mim durante a reunião, ou seja, o cliente iria depender de nós para actualização do site e isso iria, como é óbvio, trazer custos posteriores ao cliente: de cada vez que seria necessário actualizar o site, teriam de pagar o trabalho. A longo prazo o site ficaria mais caro do que a proposta inicial. Isto tudo foi compreendido pelo cliente na reunião. Pelo menos assumi que sim já que o cliente me disse que compreendeu.
Setembro 2006 - Chega-me aqui ao escritório o AE1 do cliente, quer o site feito em 15 dias! Isto era apenas um terço do tempo daquele que foi indicado como tempo médio. No entanto aceitou-se fazer o esforço no sentido de ter pronto o site naquele período de tempo.
15 dias depois o site estava pronto como o cliente queria. Algumas das frases que me lembro, eram:
- “Era mesmo isto”
- “Está mesmo bonito”
É claro que sendo o prazo de desenvolvimento tão curto, o cliente não teve tempo de nos enviar todo o material a incluir no site, e como também não costumamos cobrar ao cliente enquanto não tem as coisas como quer, durante cerca de um mês fomos recebendo coisas para incluir no site.
A partir daqui surge a primeira questão, O AE1 tinha ido embora, tinham outro Acessor da Empresa (AE2), o AE2 decide que temos de lhe dar um prazo alargado para ele enviar os conteúdos a incluir, não textos, eram fotos, porque o site vive praticamente à base de fotos. Ok tudo bem, proposemos 2 meses para envio das fotos, eles queriam 6!!! Ficamos nos 4 meses como período em que os conteúdos que eles enviaseem seriam colocados sem custos para eles. Claro que a negociação sobre este ponto já passa completamente do que é previsto inicialmente, já que coisas como estas ou são negociadas antes de o contrato assinado ou nada, e só aceitamos mesmo oferecer estes 4 meses por pura boa vontade.
No entanto só durante o primeiro mês é que enviaram conteúdos, nos meses seguintes enviaram meia dúzia de fotografias para serem colocadas no site.
Ou seja, a última vez que falamos com o cliente foi em Janeiro ou Fevereiro de 2007.
Junho de 2007. Recebo uma chamada da parte do cliente, não é o patrão, é um novo Acessor de Empresa (AE3), nesse momento penso, em 6 meses já é o terceiro, ou o patrão é muito exigente ou é mesmo uma merda trabalhar lá.
Neste caso o AE3 é uma senhora, a conversa foi mais ao menos assim:
- AE3: Boa tarde, daqui fala AE3 da parte da empresa xpto.
- EU: Boa tarde.
- AE3: Gostaria de saber qual o endereço e dados de acesso ao backoffice do nosso site.
- Eu: (Após confirmação) Mas esse site não tem backoffice.
- AE3: Não tem?!?! então como é que eu faço para actualizar o site ?!
- Eu: Envia-nos o que quer actualizar e nós actualizamos
- AE3: E quanto tempo demoram a fazer isso ?
- Eu: Depende da quantidade de informação a actualizar e também da quantidade de trabalho na altura do pedido, mas não se preocupe que logo que veja o que é para actualizar, dou-lhe um prazo em que estará pronto.
- AE3: E actualizam tudo o que eu quiser ? sem custos ?
(aqui pensei, ok deve estar a brincar comigo, quer dizer, pegou nas coisas deixadas por outras pessoas e nem se deu ao trabalho de ver como é que tinha sido combinado)
- Eu: Não, como deve entender, tem custos, o custo é calculado pelo número de horas necessárias para actualização do site.
- AE3: Não pode ser!
- Eu: Não pode ser como ?
(A partir daqui, a AE3 começou a disparatar)
- AE3: Como é que eu sei quantas horas é que vocês demoram a actualizar o site ?
- Eu: Quando nos entregar os conteúdos podemos fazer uma estimativa, mas só é possível dizer-lhe ao certo após ter concluído a actualização.
- AE3: Mas como é que eu sei que vocês demoram exactamente o número de horas que me vão dizer, podem-me dizer que demoraram 5 horas e terem feito numa hora.
(Aqui fiquei chocado, e sem saber exactamente o que dizer, primeiro, nunca tal coisa me passaria pela cabeça, e depois foi a lata da AE3 em insinuar isto sem fundamento nenhum na primeira conversa que tenho com ela)
- Eu: Desculpe lá, mas é óbvio que não iremos fazer nada do género, somos uma empresa séria e sinceramente não gosto que ponham em causa sem fundamento a honestidade da empresa e das pessoas que trabalham aqui.
(A partir daqui apeteceu-me desligar o telefone várias vezes, no entanto a minha boa educação não mo permitiu)
- AE3: Ponho em causa a honestidade da vossa empresa porque sinceramente acho que pelo valor que cobraram para desenvolver o site, deveria ter backoffice
(Aqui pensei, mas qual é a dela, vem para aqui discutir um preço de um site que foi feito há mais de 6 meses atrás, um proposta que foi aceite entre outras de outras empresas, e se escolheram a nossa foi por algum motivo)
-EU: Suponho que tenha a noção que o backoffice foi proposto e não foi aceite, pelo que foi feita uma nova proposta sem backoffice e a nossa proposta foi aceite entre outras que foram apresentadas por outras empresas.
-AE3: não sei, só sei que trabalho no ramo da internet há mais de 6 anos, e o preço que cobraram foi demasiado alto pelo trabalho que foi efectuado.
(Ok, “trabalho no ramo da internet há mais de 6 anos”, trabalho na internet ou uso a internet há mais de 6 anos ? pensei, é que há muito boa gente que diz preciosidades destas quando o que pretende dizer é que já usa internet há mais de 6 anos e que por isso tem a sensação de saber muita coisa! Não é que não possa saber, a informação está aí toda disponível, no entanto por algumas frases que proferiu posteriormente, vê-se logo que não percebe grande coisa. o que não tem mal nenhum, desde que não venha bradar aos céus que percebe muita coisa.)
(Para além disto, diz-me que não sabe como é que se desenrolou o processo e vem para aqui mandar postas de pescada)
É que um gajo sujeita-se a ouvir cada Merda!
- Eu; Já que trabalha há 6 anos na internet, deve ter a noção que os preços dos sites não se medem apenas pela presença de backoffice certo ? Se pedir orçamentos a várias empresas para o mesmo site, vai verificar que o preço vai variar muito e é claro que o resultado final vai também de encontro ao preço que pagou.
- AE3: Então o quê que fez com que se pagasse tanto ?
- EU: Primeiro terei que ver a proposta que foi aceite para ter a percepção total do site, mas para esclarecê-la, o design tem influência no preço, a optimização para motores de busca…
(Aqui, ela interrompe-me)
- AE3: Optimização para motores de busca?!? vocês não fizeram nada…
- EU: Como assim ?
(é que por acaso este ponto é um daqueles em que tenho um extremo cuidado, mensalmente verifico a posição nos motores de busca dos sites que fazemos, e por acaso este tinha verificado na semana anterior)
- AE3: É que nem pelo nome da empresa o site aparece no google!
- Eu: Dê-me 1 minuto
(Abri logo o google, pus o nome da empresa, pimba! 1º lugar, pus alguns dos serviços prestados pela empresa, alguns ficavam nos 3 primeiros, outros mais abaixo e outros não ficavam na 1a página. Ok isto é muito diferente de não aparecer, e também nunca garanti o 1o lugar ou 1a página para tudo, é impossível garantir isso)
- Eu: Pode abrir o google neste momento ? pode colocar o nome da empresa ?
- AE3: posso….
-Eu: Em que lugar está ?
- AE3: 1º, mas isto foi esta semana…. Durante meses não apareceu…
- Eu: Espero que fique claro que uma das coisas que fazemos aqui é controlar o algoritmo do Google, e temos aqui um botão especial que quando os clientes ligam, carregamos no botão para colocar o site no 1º lugar temporariamente.
- AE3: Mas esteve durante meses sem aparecer…
(O que é mentira, devido ao nosso site, um site desenvolvido por nós é “apanhado” pelo google rapidamente, devido a outros truques facilmente sobe posições. (Mas nunca garantimos os primeiros lugares. Para além disto como disse mensalmente verifico os sites todos, o que me a percepção que já há muito estava no google)
(Como viu que não iria levar nada por este lado, atacou outra vez a questão do backoffice)
- AE3:Em todo o caso, preciso que me faça um orçamento para o backoffice, mas quero que tenha em conta que cobrou demasiado pelo site inicial, por isso o backoffice terá de ter um valor residual
(Há gente que é mesmo burra!)
- Eu: Primeiro, não cobramos demasiado pelo site como já lhe disse, segundo , espero que tenha a noção que desenvolver um backoffice neste momento para o site, é mais caro do que se tivesse sido desenvolvido inicialmente
(Já estava mesmo a ficar farto, ela estava para ali a regatear como se estivesse na feira, e eu sem tempo nenhum para aquilo)
- AE3: Se quiserem manter-nos como cliente o valor terá de ser mesmo residual, e tenha em atenção que vamos pedir orçamentos a outras empresas, e precisava disso para ontem.
(Neste momento, questiono-me se eu é que quero mantê-los como cliente, é que pela amostra do telefonema, tenho a sensação que vai dar mais chatices)
- Eu: Acho que faz muito bem em pedir orçamentos a outras empresas, assim poderá escolher qual a melhor opção para si. Esta semana ainda envio-lhe o orçamento, muito boa tarde.
- AE3: Boa tarde
(Consegui despacha-la, uff!)
Depois deste telefonema fiquei um pouco atordoado, quem no seu perfeito juízo vem com uma conversa deste género ?!
Uns dias depois enviei o orçamento, não obtive nenhuma resposta, mas sinceramente também não me preocupei muito com isso.
Sexta feira passada ao fim da tarde, recebo um telefonema por parte do patrão da empresa, perguntou-me se era possível agendarmos uma reunião para discussão do orçamento na segunda-feira, perguntei se era possível ser nas nossas instalações, disse-me que teria que ser nas dele, as 10 horas, tudo bem , ficou combinado.
Segunda-feira as 10 em ponto entro, vem uma funcionária dizer-me que teria que aguardar um pouco, não gostei muito do “teria”, se calhar pensam que eu não tenho mais o que fazer, um “não se importaria de aguardar um pouco” ficaria muito melhor, o efeito era o mesmo, esperaria na mesma, mas não me punha tão chateado como fiquei.
Na sala, 3 pessoas, pensei que fossem clientes, um casal e uma rapariga, 45 minutos depois, aparece o patrão, já tinha pensado várias vezes em ir-me embora, tinha vários assuntos pendentes que tinha de tratar nessa manhã, e tiveram que ser adiados, por causa do atraso do patrão da empresa (PE)
Entramos todos na mesma sala, afinal as outras pessoas trabalhavam para a empresa, a rapariga era a AE3 e o casal, os contabilistas da empresa (C1 e C2)
Toda a gente se sentou e começou o ataque.
- PE: Quanto é que fica então fazer o backoffice para o site ?
- Eu: Tendo em conta aquilo que foi pedido ficará a volta dos 500 €
- AE3: 500 €?! por esse preço tenho propostas para efectuarem o site completo. Não dá para colocar um backoffice freeware
(0s 6 anos de trabalho na internet não ensinaram nada a esta senhora, porque isto de pôr um backoffice num site, é ir buscar um backoffice freeware qualquer e pôr lá, em meia hora está feito e pronto 50 euros deve chegar para as desepesas)
- Eu: Neste momento, configurar um CMS freeware para o site implica mais trabalho do que fazer o backoffice de raiz.
- AE3: 500 € é muito caro, como lhe disse tenho propostas para fazer o site todo por esse valor.
- Eu: Acredito que sim, provavelmente até lhe consigo alguém que faça mais barato. Agora os Srs é que têm de ver qual das soluções é a melhor.
- PE: Tem de fazer isso mais barato, é que o site neste momento não está adequado aquilo que pretendemos.
(A questão aqui é que se calhar agora não se adequa aquilo que pretende mas quando o serviço foi contratado e entregue, adequava-se ao que pretendiam ou seja, o que eles pretendem é que mudou e pronto se calhar acham que aqui se trabalha de graça comforme os clientes mudam de opiniões)
- Eu: Ok, se calhar o site neste momento não se adequa aquilo que pretendem, no entanto quando começamos as negociações alertei-a para o ponto do backoffice.
- AE3: Mas o seu trabalho é aconselhar o cliente para a melhor solução.
(Foi quando a AE3 disse isto que fiquei azul)
- Eu: Pode-me dizer o que é que entende quando lhe digo que apresentei uma proposta com backoffice, a qual foi discutida, e nessa mesma reunião, foquei o questão do backoffice mais do que uma vez ? Se isso não é aconselhar, não sei
- PE: Mas eu é que não percebo nada disso….
- Eu: Ok, no entanto, que eu me lembro tudo foi tratado com o seu acessor (AE1), tudo foi discutido com ele e tudo foi decidido com ele.
- PE: Mas essa pessoa deixou muito a desejar, o site não está como devia.
- Eu: Não está com certeza a dizer que eu tenho culpa por o seu acessor não ter feito o trabalho que lhe competia, tem a noção que o AE1 trabalhava para si e não para mim ?
(começava a perder as estribeiras com tanta estupidez numa sala só)
- AE3: Sim mas a questão é que aquilo não está bem assim, e não devia ter custado o que custou
- Eu: Vou repetir mais uma vez o que lhe disse ao telefone, o preço foi acordado, tudo o que foi pedido foi entregue, com certeza que a nossa proposta não foi a única, no entanto foi a escolhida.
- AE3: Sim mas foi muito caro
- Eu: É a sua opinião.
- AE3: Conheço muitas empresas que fariam isso muito mais barato.
- Eu: Não digo o contrário, eu também conheço, se quiser depois indico-lhe algumas.
- AE3: E aquilo não está bem assim, há a questão dos motores de busca
(E eu a pensar, mas és burra ou quê? não te mostrei já como é que estava isso)
- Eu: A questão dos motores de busca, mas que quer que lhe diga, já lhe expliquei isto no dia em que falamos, não vou perder mais tempo com isso.
(é que um gajo apanha cada calhau a frente, e não adianta nada falar com eles, não ouvem nada e só dizem barbaridades)
-AE3: Aquilo não está bem assim e o backoffice tem de ser mais barato já que cobraram demasiado pelo desenvolvimento do site inicial e aproveitaram-se de o PE não perceber nada disto.
- Eu: Se quer continuar a pôr em causa a honestidade da empresa, esteja a vontade, eu vou pegar nas minhas coisas e vou sair, envio-lhe um CD com o site, e contratam outra empresa para efectuar o trabalho.
Peguei nas minhas coisas, levantei-me e aí intervém o contabilista.
- C1: Não é isso, a questão é que já que o trabalho não foi feito como deveria ter sido feito no incio, o que pretendemos é que o backoffice seja mais barato.
(Mas estes gajos fumam o quê afinal ?!)
- Eu: O backoffice não tem de ser mais barato, porque o trabalho desenvolvido foi exactamente aquilo que foi pedido. Agora o que acontece é que aquilo que pediram não é aquilo que pretendem neste momento. A meu ver isto é muito diferente daquilo que estão a insinuar.
- PE: Mas tem de ser mais barato, é que tinha ficado combinado que fariam actualizações durante 6 meses….
(grande mentira)
- PE: E não fizeram nada
(Claro que não fizemos nada, não enviaram nada para actualizarmos)
- Eu: Primeiro, não ficou combinado durante 6 meses, ficou combinado até Janeiro ou Fevereiro de 2007, e mesmo assim, por muito que quisesse não consigo inventar conteúdos, como não me enviou conteúdos não coloquei.
- PE: Sim a culpa é minha por não ter enviado nada, mas já que não fez, pode descontar esse trabalho no do backoffice.
Como é que é?!?! Mas isto é a feira ou quê ?
A questão é que o tipo de negócio que eles têm, leva a que algumas vezes eles tenham que comprar determinados artigos na feira, e então devem pensar que o regatear de uma maneira estúpida e completamente saloia é bom para o negócio
(Aí sorri e parei uns segundos para pensar)
Eu: Deixe-me ver se consigo explicar as coisas de maneira a que perceba, imagine que vai comprar uma televisão a um sítio qualquer, com a televisão vem um leitor de DVD de oferta, que tem de levantar posteriormente até determinada data, mas imagine que não vai. Acha por acaso que se for após essa data comprar um Leitor de DVD, eles vão descontar-lhe o valor do de oferta ?
(Toda a gente ficou calada e como já estava farto de estar lá a ouvir aquelas barbaridades todas)
- Eu: Pensem então no assunto e depois digam alguma coisa., muito bom dia
(e fui-me)
PS: De notar que o cliente é alguém que trabalha para o jetset e por isso deve ter a mania, aliás não tenho outro cliente do género e por incrível que pareça também deu bronca, mas não tanto como este.


Grande comédia! Como eu compreendo e o que eu me ri com isto! Fico a espera de mais historias, vou ficar atento…
Clientes é mesmo um espécie muito estranha! Tive recentemente o meu primeiro cliente como freelancer e teve algumas pancadas engraçadas.
Venham mais histórias.
INCRÌVEL!!!!
Quando cheguei à parte do “- PE: Sim a culpa é minha por não ter enviado nada, mas já que não fez, pode descontar esse trabalho no do backoffice.” ….. ehhpahh… rebentei a rir foi a cereja em cima do bolo!
Parabéns pela história e pelo blog!